quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BEDA#1 - Blog Every Day August

Esse mês entrei em um grupo de blogueiras, o Rotaroots. Eu já tinha ouvido falar dele e ele é muito citado em blogs que sigo. Na verdade, eu já era membro do grupo há uns meses, mas só tomei coragem de participar de alguma coisa agora, então me perdoem se algo sair ruim. Para dar início a isso resolvi aderir ao BEDA.

- Mas, Paula... O que é BEDA?

BEDA é um projeto inspirado no VEDA (Vlog Every Day April) e que significa Blog Every Day August. O que quer dizer que a ideia é fazer um post por dia –ou, convenhamos, tentar ao máximo!– durante todo o mês de agosto.

Então é isso, vou tentar postar todo dia como eu costumava fazer quando criei o meu primeiro blog. *lágrimas de nostalgia*

Não sei se vocês vão me levar a sério se eu nem consigo postar uma vez por semana, mas juro que vou tentar. As Always.




segunda-feira, 6 de julho de 2015

Lições de vida: Remédios

Quando eu digo que sou desastrada, as pessoas custam a acreditar porque eu passo a imagem de alguém muito organizada e comedida, que tem noções precisas dos movimentos. Também dizem que pareço antipática ou lésbica, mas isso é assunto para outro post.

Na real eu me vejo como uma pessoa muito estabanada. E acho que todos os meus movimentos, minto, tudo em mim dá a entender isso porque eu morro de medo de cair no chão ou esbarrar em alguém que esteja segurando líquidos ou coisa assim, chegou um momento da minha vida no qual eu andava pensando “por favor, não caia no chão”. Mas os Deuses ouvem as minhas preces? Às vezes sim, mas às vezes eles pensam “nah, vamos rir um pouco”.

Tipo em uma sexta-feira 13, na qual levantei para ir à faculdade e dentre todos os meus sapatos, resolvi colocar um que era meio derrapante? De fato, eu não o achei muito firme, mas eu tinha fé nas minhas habilidades e como quem acredita em si mesma, calcei o sapato e saí.

Nos primeiros passos eu derrapei um pouco, mas minha mãe me ensinou que a força do pensamento é muito importante, então sempre pensava “NÃO VOU CAIR”. Quando cheguei perto do portão, respirei aliviada porque tinha dado certo essa coisa do pensamento, né? Quem diria, acho que vou adotar isso para a minha vida. Só que mal terminei de concluir esse raciocínio quando escorreguei e caí no chão esfolando todo o meu joelho.

Reparem que não disse arranhando, nem machucando, nem tombando. Foi esfolando mesmo, de ficar só em carne viva. Quando liguei para a minha mãe contando o que aconteceu ela achou que eu estava de brincadeira, mas era muito sério! (mãe, não ri se você ler isso, você sabe que estava ruim)

Fiquei deitada no chão pensando por que meu deus, por que me punir de maneira tão odiosa quando ouvi a voz distante do porteiro me perguntando se eu estava bem. Eu lá, toda esfolada, caída no chão, com o joelho sangrando e o homem me pergunta se eu estou bem. Não sei. O que você acha?
Olhei para o rosto dele e disse “Tô, sim. É que o dia tá tão bonito que resolvi dar uma sentada aqui nesse chão imundo”. Mentira, não respondi dessa forma, mas pensei seriamente na possibilidade. Ao invés disso, só disse que estava, levantei e fui mancando para o meu ponto de ônibus.

Ao longo da semana me vi tomada por uma vontade louca de fazer exercícios. É impressionante isso. Quando você pode se exercitar, não faz nada porque tem preguiça, mas quando você está impossibilitado, seja por um machucado, ou mau tempo, baixa uma Gabriela Pugliesi em você e parece que se você ficar parado vai explodir de tanta energia acumulada.

Aqui de boas vendo a vida passar (Imagem: Google)


Foram semanas de muito sofrimento e tentativas frustradas de me exercitar sem mexer muito o joelho. Semanas que poderiam ser apenas alguns dias caso eu tivesse deixado de ser burra e usado Merthiolate logo de início, mas não, óbvio que não. Ao invés de confiar na minha mãe que parece uma feiticeira, fui dar ouvidos ao meu pai, que é um amor, mas que não sabe de nada dos paranauês.

Ele me disse que se usasse Nebacetin a ferida iria cicatrizar mais rápido e como eu não tinha motivos para desconfiar, usei aquela pomada todos os dias, na esperança de que, quem sabe, meu joelho ficasse bom logo. Mas os dias iam passando e nada do meu joelho melhorar, na verdade, ele estava até ficando mais feio, começou a sair umas coisas dele etc.... Nada maneiro.

Foi quando a minha mãe disse:
- Credo, que coisa horrível, garota. Usa Merthiolate nesse joelho.
- Aff, mas Merthiolate nem funciona. Todo mundo sabe que é só uma aguinha que os pais colocam no machucado.
- Deixa de ser burra e faz o que eu tô pedindo.

Eu fiz, né. Com muita má vontade, mas fiz. E adivinhem só????

Sim. Isso mesmo.
Melhorou em uns quatro dias. Criou casquinha e tudo o mais.
Muito revoltada por ter sido feita de boba, fui falar com o meu pai como ele tem a coragem de recomendar um remédio que não funciona e ele só respondeu “E eu lá ia saber???”

Fica aí a lição para vocês. Se esfolarem alguma parte do corpo, usar sempre Merthiolate. Nebacetin só para ferimentos superficiais ou, algo que eu descobri recentemente, se você tiver cutucado uma espinha interna assim, sem querer, e ela crescer e se transformar em um monstro horrendo que vive a encarar tudo a sua volta, Nebacetin também ajuda. Usei uns dois dias e a espinha já tinha voltado a ser uma espinha normal.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Quase lá

Um dia talvez eu entenda porque sempre deixo tudo para a última hora quando é para mim. Por exemplo, em trabalho de grupo eu sou a primeira a querer terminar tudo logo porque depois não tem estresse, não tem aquela adrenalina de que tudo tem que dar certo... Ou pelo menos eu começo pensando assim, depois eu vejo que nem sempre dá para a gente contar com esse tipo de coisa, e que muitas vezes as pessoas gostam de viver no limbo entre entregar um trabalho nota dez feito na calma, ou um trabalho que você sinceramente não põe muita fé e que foi feito duas horas antes do horário de entrega.
Mas fazer o que, são coisas da vida e cabe a você lidar com esse tipo de adversidade.
Como sempre, recorro ao blog para escrever qualquer coisa porque faltam dois trabalhos gigantecos para fazer e um eu nem terminei.

*Update: Bem, agora falta só uma prova, e depois eu estarei livre. Já posso sentir o gostinho das férias e sinto o meu coraçãozinho se encher daquele incrível sentimento de "PUXA VIDA, TANTAS COISAS PARA SE FAZER, TANTOS VÍDEOS PARA ASSISTIR, TANTAS SONECAS PARA TIRAR", muito embora eu saiba que não farei metade do que planejo, mas sempre anseio por esse momento, e quem sabe essas férias serão diferentes.

Ai, ai, férias...
Tão longe, e ainda assim tão perto.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Aventuras em Buenos Aires


No penúltimo dia da nossa viagem, minha amiga Paula, e eu* queríamos conhecer uma livraria chamada El Ateneo Grand Splendid que fica na Rua Santa Fé, 1860 no bairro da Recoleta. Antes o espaço era um teatro, o Grand Splendid, e depois transformaram em uma incrível e gigantesca livraria conservando a arquitetura original do local.

*Sim, temos o mesmo nome!

É muito bonito o interior e se você gosta de livros, pode adicionar na sua lista de "must-see" porque vale a pena. Não serviu muito pra mim porque eu não falo espanhol, mas se você acha que arrasa nessa língua, vai lá. Tá esperando o que?
Além dos milhares de livros, ainda tem um café onde antes ficava o palco. Não tive a oportunidade de ir nele, mas parecia ser bom já que estava bem cheio.

Como estávamos bem longe do nosso hotel, aproveitei para jogar no ar a ideia de passarmos na Sephora, que pra quem não conhece, é uma loja gigantesca de cosméticos e coisas assim.


Quem sabe era mais barato comprar lá? Eu bem estava querendo uns hidrantes novos, né... Que mal tinha nisso?
Peguei o meu mapa e andamos mais um pouco até termos nos perdido e eu precisar parar para olhar e quem sabe perguntar para alguém na rua???

Uma coisa que eu notei, pelo menos das vezes em que perguntei alguma coisa, é que os argentinos das ruas são mais perdidos que cego em tiroteio. Não sei se por preguiça de explicar como fazer para chegar a um lugar, ou por simplesmente não saberem mesmo, mas era muito difícil pedir informação, pelo menos na rua. Se você entrasse em uma loja ou café e perguntasse, o pessoal até te ajudava.

E a gente fala de brasileiro tentando falar espanhol, mas argentino tentando falar português também é um negócio muito triste, meus amigos. É bem triste porque se você não estava entendendo nada antes, imagina com eles tentando falar alguma coisa que não conhecem. Complicado. Acho que o feeling é o mesmo, então na dúvida, falem a língua que conhecem.

Então, lá estava eu e a Paula, paradas no meio da rua, procurando os nomes das ruas e conversando à beça, quando no meio de um riso vejo o sorriso da Paula se apagar rapidamente. Como eu estava empenhada em achar onde diabos estávamos, não dei muita atenção, achei só que seja lá o que eu tenha dito, tinha perdido a graça. Porém, percebi que ela não falou mais nada, só olhava pra alguma coisa em algum lugar e eu fiquei curiosa para saber o que era. Daí olhei para o rosto dela.

E pra que.

- Você viu onde ficava a Sephora?
- Vi, sim. Ficava perto.


- Você entrou no site oficial da Sephora e viu se tinha loja aqui na Argentina?
- (puxa, Paula, como você não pensou nisso antes?) Ahn...
- Por favor. Olha para a outra rua.


-...
-...
-... Pô... Desculpa.
-...
- Foi mal, migs, não fiz de propósito.
-...
- Você quer... Ir a outro lugar?
- Eu estou muito brava.
- Eu sei! Mas não fiz por mal.
- Tô muito brava mesmo.
- Vamos sentar em algum lugar, então?

Fiquei meio triste porque né, fui enganada. Apesar de que, eu deveria ter pensado que seria uma ótima ideia entrar no site oficial antes de procurar no Google. Mas ótimas ideias são assim mesmo, demoram a brotar em mentes brilhantes. (haaaaaaaaaaaaaa)

Sentamos em uma galeria e eu tentei fazer com que a Paula esquecesse que estava brava comigo, e depois de um tempo o que era uma história chatíssima ficou bastante engraçada. Ao menos será uma história inesquecível, né?

Outra coisa sobre brilhantes ideias é que elas surgem quando você menos espera e normalmente quando você está passando um perrengue. No caso, eu estava tentando fazer com que a situação não ficasse tão ruim, enquanto falava com um amigo meu, quando ele disse:

- Mas onde vocês estão?
- Na rua tal.
- VEM CÁ, TEM COMIDA E CACHORRO.

Na verdade ele não disse isso, mas foi o que eu filtrei e aceitei porque sou dessas.

Como a Paula não queria andar, a gente pegou um táxi, mas caso você se perca a caminho da Sephora como eu, aqui vai o mapa do lugar que a gente foi:


Que era um lugar perto da casa dele, e depois de ter comido toda a comida da casa e feito carinho no cachorro, foi onde ficamos descansando a perna.


Eu já tinha ouvido falar do lugar e lido sobre ele em uma das minhas pesquisas pra saber o que fazer em Buenos Aires, mas como não fizemos nada do planejado, achei que não fosse ter a oportunidade de conhecê-lo. Fiquei muito feliz de ter ido nele de surpresa porque valeu super a pena.

Tem em vários lugares de Buenos Aires, mas esse ficava no Museu Nacional de Artes Decorativo, na Av. del Libertador 1902.  

Não entrei, mas parecia ser muito bonito.



Também não tirei foto do que comi porque acho que a vida é muito curta pra esse tipo de coisa, e sempre quando eu penso “puxa, queria tirar uma foto disso”, já é tarde demais. Mas nada do que tinha no cardápio parecia ruim ou menos gostoso (talvez tivesse laranja de mais no meu Petit Gateau, mas isso sou eu).

No final, o que tinha sido uma tarde meio bad vibe pra gente acabou sendo super agradável e se eu pudesse ficava morando por ali mesmo.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

quinta-feira, 7 de maio de 2015

I woke up like this e milagres de um sorvete

Algumas pessoas acordam que nem a Beyoncé, Flawless, mas reles mortais como eu acordam sem voz mesmo porque a vida tem dessas coisas. Acordar sem voz um dia antes da festa que você organizou para comemorar o seu aniversário, ou seja, uma péssima ocasião para ficar afônica porque:

Festa = interagir, falar, berrar a até mesmo cantar. Dependendo de quão bêbada você estiver.

Era uma linda sexta-feira de abril, sem conseguir falar nem um "A" com uma festa marcada para o dia seguinte. Minha voz estava um pouco rouca no dia anterior? Sim, estava. Mas não o suficiente para me deixar completamente muda. Tomava os remédios desde o primeiro sinal de gripe, e bebo litros e litros de água diariamente. Por que, então, os deuses resolveram me punir de forma tão cruel? Uma pergunta que nunca terei resposta. Só queria lembrar à eles que a época de Inferno Astral já passou e que está na hora do meu Paraíso Astral começar.

De qualquer forma, resolvi beber mais água nesse dia e ingerir uns chás também, e quem sabe limão e gengibre. Não custa nada tentar, né? Pensei em fazer voto de silêncio porque com certeza iria ajudar a recuperação da voz, mas é muito complicado quando você tem aula e trabalho no dia e não pode faltar porque não tem uma desculpa boa o suficiente para tal. É um motivo idiota para faltar, não? A não ser que você trabalhe usando a voz, então tudo bem. Mas assumindo que eu não tenha que fazer ligações, meu trabalho não envolve muita falação, pelo menos não normalmente.

O incrível desse dia é que do nada, todo mundo resolveu falar comigo. Não que eu não fale com ninguém nos demais dias, mas pessoas com as quais eu nunca falei ou me dirigiram a palavra pareceram me notar e a querer puxar papo. Ao que eu só podia responder mexendo a cabeça e fazendo expressões faciais desejando que elas estivessem boas o suficiente para exprimir a resposta esperada.

Só espero não ter sido tão agoniante para elas quanto foi pra mim. Aquela agonia e aquele sentimento que surge nas pessoas quando alguém não quer falar com você. Não era essa a minha intenção, mas não podia responder. Eu até tentei usar o telefone para me comunicar, mas não era tão legal quanto em Durarara!!

Euzinha - Durarara!! (mentira, não sou eu, é a Celty, mas em outra vida, quem sabe)
Conforme o dia passava, pensei que talvez tivesse que desmarcar a festa, afinal. Não ia dar para receber as pessoas e ficar muda o resto do tempo. Fiquei bem triste ao pensar isso porque parece que é de praxe: todo ano acontece alguma coisa ruim e eu tenho que cancelar a comemoração. Sei que parece dramático, mas é verdade. Nunca vou me esquecer do ano de 2012, no qual resolveu cair o mundo e o Rio de Janeiro parou porque alagou toda a cidade praticamente. Ou então, bem, pelo meu aniversário cair bem na semana santa, muita gente viaja, dá uma desculpa (muito originais, por sinal) e não vai.

Já estava sem esperanças quando convidei minha amiga para tomar sorvete depois do expediente. Já tinha aceitado o fato de que teria que cancelar a festa. Fomos até uma sorveteria muito boa, chamada Leo L'arte del Gelato Italiano, ou só Leo, que é como chamo.

Foto/Reprodução: Tripadvisor

É uma sorveteria artesanal e o dono é italiano mesmo. Quando trabalhava no período da manhã, sempre o via abrindo a loja e era muito engraçadinho vê-lo falando com o pessoal da rua.
A casa é uma franquia originária de Roma e o sorvete é feito na própria loja. No interior, a cozinha é separada por vidro, então dá para ver os funcionários fazendo o sorvete. K3

O que eu mais gosto dele é que os sabores variam ao longo da semana, então você nunca enjoa e pode experimentar novas misturas que são muito gostosas.
Os valores são um pouco mais caros em relação a esses sorvetes comuns que você encontra na rua, mas eu acho que vale super a pena. A casquinha ou copinho pequeno custa R$ 9,00, e o médio é R$ 12,00, e você pode escolher até dois sabores.

"Ah, mas isso é muito pouco..."

Você quem pensa. Eles não são mesquinhos com a porção de sorvete servida e pra mim vale como uma refeição. Às vezes.

Eu e a minha amiga saímos de lá rolando. rs

A sorveteria fica na Rua Santa Clara 23 – Copacabana.

Ah, é. Eles estão com uma promoção na qual se você completar dez carimbos, ganha grátis um copinho médio. O meu cartão faltam dois, mas acredito que até final do mês eu complete. hahaha

Depois de me encher de sorvete e de conversar com a minha amiga, percebi que estava falando melhor e não sentia mais a minha voz arranhando e eu nem tinha que forçá-la, ou seja, o sorvete além de muito gostoso, tem propriedades mágicas e cura tristeza e cordas vocais.

Tem como não amar? K3

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Lábios de meeel

(A vida é realmente muito irônica. Eu ia escrever sobre o meu protetor labial favorito, e no mesmo dia, o perdi. Não sei se encaro isso como um sinal, ou se vejo isso como a minha mãe quis me consolar um dia quando perdi uma coisa: “A natureza só estava pedindo-a de volta”.
Então, tá, natureza. Beleza, mas me avisa antes, ok? *

*Update: Acabei de achar ele, então tá tudo bem!)

Meus lábios são muito ressecados. Muito mesmo. Apesar disso, eu sempre odiei protetor labial porque ou eles tem um gosto muito ruim, ou são muito “molhados”, tipo gloss e eu odeio essa sensação. É muita agonia pro meu coraçãozinho.
Por isso, sempre relutei muito para usar, o que acabava deixando o meu lábio mais seco que o deserto do Saara e com mil e uma feridas, porque peles me irritam mais do que tudo e eu não consigo me controlar quando eu sinto que tem uma despontando. Sempre arranco tudo. O que não é bom e nem um pouco atraente. (a não ser que você goste de gore, aí tudo bem).

Por isso, de uns três anos para cá eu comecei a dar mais atenção aos meus lábios, talvez porque tenha sido quando eu descobri que tinha estomatite e que se eu ficasse mexendo na boca toda hora, eu estava mais propensa a ter a parte da infecção nessa área e não é nada bonito. Sério. Não procurem no google.

Então lá fui eu na minha saga em busca do protetor labial perfeito.


Na verdade nem era uma saga propriamente dita, eu só acabava perdendo o recém comprado muito rápido, o que sempre era uma desculpa para comprar um novo ao invés de procurar o antigo. Por causa disso, eu já testei e fiquei refém de muitos protetores. Uns ótimos, e outros que eu nunca mais vou comprar na vida.

Os que eu mais gosto e procuro sempre comprar são os da Nivea. A marca tem uma variedade grande e eu gosto de comprar uns diferentes para testar, ou pelo menos tento. No entanto, sempre que os meus favoritos acabam, eu não me controlo e compro mais (mesmo já tendo cinco abertos e espalhados pela casa).

Os que eu mais uso da Nivea são:


  • Med Protection
"NIVEA Med Protection é adequado para prevenir e reparar a hidratação dos lábios muito ressecados de maneira rápida e eficaz"

Diferente do Essential Care, ele é um pouco mais sequinho, mas hidrata da mesma forma! E tem um gostinho meio diferente também, nunca consigo descobrir o que é porque é quase imperceptível.
Gosto muito dele, e o melhor de tudo é que ele é bem barato. Custa em torno de R$8~10, dependendo da farmácia.

"Sua fórmula é enriquecida com Bisabolol, Óleo de Gérmen de Trigo e Vitamina E, que suavizam os lábios secos, enquanto sua camada de proteção inivisível previne o ressecamento. Proporciona cuidado intensivo e de longa duração.
Contém FPS 15, protegendo contra raios solares UV."
(peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)


  • Essential Care
Eu não gosto taaanto assim porque acho ele um pouco demais. Ele é um bom protetor labial, mas como não curto coisas muito molhadas (ele parece água sólida, uma coisa muito estranha), eu acabo usando ou comprando quando não tenho outra saída. Não me entendam mal, ele é ótimo! Principalmente quando vou para lugares frios e o Med Protection não dá conta.

"NIVEA Essential Care proporciona hidratação prolongada e eficaz prevenindo ressecamento, deixando seus lábios macios e suaves. (...) Sua fórmula é enriquecida com Óleo de Jojoba e Manteiga de Karité, que previne seus lábios do ressecamento, resultando em lábios saudáveis e macios." (peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)

O preço é igual ao do Med Protection, então eu acabo escolhendo mais pela textura mesmo.


  • Caudaíle

Mas o meu favorito mesmo, é o da Caudaíle.
Não posso ficar comprando sempre porque ele é um pouco mais caro que os da Nivea, e o Med Protection é bem parecido com ele, então entre pagar R$35 e R$10, eu acabo optando pelo mais barato.

"Um condicionador labial antioxidante e hidratante que proporciona lábios macios e conforto duradouro. Concentrado com ingredientes hidratantes ativos, polifenóis de uva antioxidantes e óleo de damasco reparador, este bálsamo deixa os lábios macios, reparados e protegidos. " (peguei as informaçoes do site da Sephora)

Ganhei de presente do meu pai e ele tem durado há um tempo já. Não sei se porque eu o perco nos bolsos diversas vezes, ou porque ele é bem durável mesmo, mas ó coisinha boa.



Além do uso constante dos protetores labiais, esse mês eu resolvi investir em outra coisa também: um esfoliante labial.
Eu li isso em um blog e resolvi testar porque a menina dizia que os lábios ficavam mais macios e menos ressecados e sem pelinha, e bem, mal não tinha, né?


Acabei optando pelo esfoliante da Lush porque era a única loja que eu sabia que vendiam esse produto e eu sempre quis comprar alguma coisa deles, então fiquei paquerando os produtos.

Eles vendem em três sabores: Popcorn, Mint e Bubblegum. Eu acabei ganhando o Mint de presente de aniversário, o que foi muito bom porque era justamente o que eu queria!


Fui dar uma olhada no site e vi que ele custa R$41,50 (ouch), mas acho que vale a pena. Os ingredientes são todos naturais e ele realmente funciona, além de ser super gostoso. Quantas vezes eu já não me peguei passando o esfoliante no lábio só para não comer um doce? rs
Eu uso três vezes por semana, às vezes duas, e não tenho mais pelinha despontando! A não ser que passe o dia sem beber água ou não tenha à mão um protetor labial. Então, acho que o esfoliante cumpre bem o que promete. 

"Uma suave esfoliação labial com um sabor de bala de hortelã. (...) a hortelã-pimenta e a baunilha, junto com os cristais de açúcar, prestam um serviço completo aos seus lábios (e paladar), deixando-os suavemente preparados para a aplicação do batom. Ao passar a Mint Julips, você vai sentir um leve formigamento causado pelo óleo da hortelã-pimenta, enquanto os cristais de açúcar renovam a pele descamada."


Lembro que quando comprei, fiquei preocupada porque senti o meu lábio formigar e não tinha lido ninguém falando que o mesmo tinha ocorrido, então achei que sei lá, minha boca ia cair! Mas não, é normal mesmo, por causa desse ~óleo da hortelã-pimenta~. Todas as informações dos ingredientes estão aqui. 



Vem bastante coisa e sempre fico com vontade de comer os meus lábios quando passo o produto. hehe

Além do esfoliante, eu ainda ganhei uma amostra grátis de um hidratante corporal, o Karma Cream, que eu ainda não testei, mas tem um cheirinho muito gostoso. To só esperando os meus outros hidratantes acabarem para experimentar. :3