É só para testar uma coisa, mas quem tiver Bloglovin, pode me seguindo se quiser. rs
Follow my blog with Bloglovin
quinta-feira, 14 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
I woke up like this e milagres de um sorvete
Algumas pessoas acordam que nem a Beyoncé, Flawless, mas reles mortais como eu acordam sem voz mesmo porque a vida tem dessas coisas. Acordar sem voz um dia antes da festa que você organizou para comemorar o seu aniversário, ou seja, uma péssima ocasião para ficar afônica porque:
Festa = interagir, falar, berrar a até mesmo cantar. Dependendo de quão bêbada você estiver.
Era uma linda sexta-feira de abril, sem conseguir falar nem um "A" com uma festa marcada para o dia seguinte. Minha voz estava um pouco rouca no dia anterior? Sim, estava. Mas não o suficiente para me deixar completamente muda. Tomava os remédios desde o primeiro sinal de gripe, e bebo litros e litros de água diariamente. Por que, então, os deuses resolveram me punir de forma tão cruel? Uma pergunta que nunca terei resposta. Só queria lembrar à eles que a época de Inferno Astral já passou e que está na hora do meu Paraíso Astral começar.
De qualquer forma, resolvi beber mais água nesse dia e ingerir uns chás também, e quem sabe limão e gengibre. Não custa nada tentar, né? Pensei em fazer voto de silêncio porque com certeza iria ajudar a recuperação da voz, mas é muito complicado quando você tem aula e trabalho no dia e não pode faltar porque não tem uma desculpa boa o suficiente para tal. É um motivo idiota para faltar, não? A não ser que você trabalhe usando a voz, então tudo bem. Mas assumindo que eu não tenha que fazer ligações, meu trabalho não envolve muita falação, pelo menos não normalmente.
O incrível desse dia é que do nada, todo mundo resolveu falar comigo. Não que eu não fale com ninguém nos demais dias, mas pessoas com as quais eu nunca falei ou me dirigiram a palavra pareceram me notar e a querer puxar papo. Ao que eu só podia responder mexendo a cabeça e fazendo expressões faciais desejando que elas estivessem boas o suficiente para exprimir a resposta esperada.
Só espero não ter sido tão agoniante para elas quanto foi pra mim. Aquela agonia e aquele sentimento que surge nas pessoas quando alguém não quer falar com você. Não era essa a minha intenção, mas não podia responder. Eu até tentei usar o telefone para me comunicar, mas não era tão legal quanto em Durarara!!
Conforme o dia passava, pensei que talvez tivesse que desmarcar a festa, afinal. Não ia dar para receber as pessoas e ficar muda o resto do tempo. Fiquei bem triste ao pensar isso porque parece que é de praxe: todo ano acontece alguma coisa ruim e eu tenho que cancelar a comemoração. Sei que parece dramático, mas é verdade. Nunca vou me esquecer do ano de 2012, no qual resolveu cair o mundo e o Rio de Janeiro parou porque alagou toda a cidade praticamente. Ou então, bem, pelo meu aniversário cair bem na semana santa, muita gente viaja, dá uma desculpa (muito originais, por sinal) e não vai.
Já estava sem esperanças quando convidei minha amiga para tomar sorvete depois do expediente. Já tinha aceitado o fato de que teria que cancelar a festa. Fomos até uma sorveteria muito boa, chamada Leo L'arte del Gelato Italiano, ou só Leo, que é como chamo.
É uma sorveteria artesanal e o dono é italiano mesmo. Quando trabalhava no período da manhã, sempre o via abrindo a loja e era muito engraçadinho vê-lo falando com o pessoal da rua.
A casa é uma franquia originária de Roma e o sorvete é feito na própria loja. No interior, a cozinha é separada por vidro, então dá para ver os funcionários fazendo o sorvete. K3
O que eu mais gosto dele é que os sabores variam ao longo da semana, então você nunca enjoa e pode experimentar novas misturas que são muito gostosas.
Os valores são um pouco mais caros em relação a esses sorvetes comuns que você encontra na rua, mas eu acho que vale super a pena. A casquinha ou copinho pequeno custa R$ 9,00, e o médio é R$ 12,00, e você pode escolher até dois sabores.
Você quem pensa. Eles não são mesquinhos com a porção de sorvete servida e pra mim vale como uma refeição. Às vezes.
Eu e a minha amiga saímos de lá rolando. rs
A sorveteria fica na Rua Santa Clara 23 – Copacabana.
Ah, é. Eles estão com uma promoção na qual se você completar dez carimbos, ganha grátis um copinho médio. O meu cartão faltam dois, mas acredito que até final do mês eu complete. hahaha
Depois de me encher de sorvete e de conversar com a minha amiga, percebi que estava falando melhor e não sentia mais a minha voz arranhando e eu nem tinha que forçá-la, ou seja, o sorvete além de muito gostoso, tem propriedades mágicas e cura tristeza e cordas vocais.
Tem como não amar? K3
Festa = interagir, falar, berrar a até mesmo cantar. Dependendo de quão bêbada você estiver.
Era uma linda sexta-feira de abril, sem conseguir falar nem um "A" com uma festa marcada para o dia seguinte. Minha voz estava um pouco rouca no dia anterior? Sim, estava. Mas não o suficiente para me deixar completamente muda. Tomava os remédios desde o primeiro sinal de gripe, e bebo litros e litros de água diariamente. Por que, então, os deuses resolveram me punir de forma tão cruel? Uma pergunta que nunca terei resposta. Só queria lembrar à eles que a época de Inferno Astral já passou e que está na hora do meu Paraíso Astral começar.
De qualquer forma, resolvi beber mais água nesse dia e ingerir uns chás também, e quem sabe limão e gengibre. Não custa nada tentar, né? Pensei em fazer voto de silêncio porque com certeza iria ajudar a recuperação da voz, mas é muito complicado quando você tem aula e trabalho no dia e não pode faltar porque não tem uma desculpa boa o suficiente para tal. É um motivo idiota para faltar, não? A não ser que você trabalhe usando a voz, então tudo bem. Mas assumindo que eu não tenha que fazer ligações, meu trabalho não envolve muita falação, pelo menos não normalmente.
O incrível desse dia é que do nada, todo mundo resolveu falar comigo. Não que eu não fale com ninguém nos demais dias, mas pessoas com as quais eu nunca falei ou me dirigiram a palavra pareceram me notar e a querer puxar papo. Ao que eu só podia responder mexendo a cabeça e fazendo expressões faciais desejando que elas estivessem boas o suficiente para exprimir a resposta esperada.
Só espero não ter sido tão agoniante para elas quanto foi pra mim. Aquela agonia e aquele sentimento que surge nas pessoas quando alguém não quer falar com você. Não era essa a minha intenção, mas não podia responder. Eu até tentei usar o telefone para me comunicar, mas não era tão legal quanto em Durarara!!
| Euzinha - Durarara!! (mentira, não sou eu, é a Celty, mas em outra vida, quem sabe) |
Já estava sem esperanças quando convidei minha amiga para tomar sorvete depois do expediente. Já tinha aceitado o fato de que teria que cancelar a festa. Fomos até uma sorveteria muito boa, chamada Leo L'arte del Gelato Italiano, ou só Leo, que é como chamo.
| Foto/Reprodução: Tripadvisor |
É uma sorveteria artesanal e o dono é italiano mesmo. Quando trabalhava no período da manhã, sempre o via abrindo a loja e era muito engraçadinho vê-lo falando com o pessoal da rua.
A casa é uma franquia originária de Roma e o sorvete é feito na própria loja. No interior, a cozinha é separada por vidro, então dá para ver os funcionários fazendo o sorvete. K3
O que eu mais gosto dele é que os sabores variam ao longo da semana, então você nunca enjoa e pode experimentar novas misturas que são muito gostosas.
Os valores são um pouco mais caros em relação a esses sorvetes comuns que você encontra na rua, mas eu acho que vale super a pena. A casquinha ou copinho pequeno custa R$ 9,00, e o médio é R$ 12,00, e você pode escolher até dois sabores.
"Ah, mas isso é muito pouco..."
Você quem pensa. Eles não são mesquinhos com a porção de sorvete servida e pra mim vale como uma refeição. Às vezes.
Eu e a minha amiga saímos de lá rolando. rs
A sorveteria fica na Rua Santa Clara 23 – Copacabana.
Ah, é. Eles estão com uma promoção na qual se você completar dez carimbos, ganha grátis um copinho médio. O meu cartão faltam dois, mas acredito que até final do mês eu complete. hahaha
Depois de me encher de sorvete e de conversar com a minha amiga, percebi que estava falando melhor e não sentia mais a minha voz arranhando e eu nem tinha que forçá-la, ou seja, o sorvete além de muito gostoso, tem propriedades mágicas e cura tristeza e cordas vocais.
Tem como não amar? K3
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Lábios de meeel
(A vida é realmente muito irônica. Eu ia escrever sobre o meu protetor labial favorito, e no mesmo dia, o perdi. Não sei se encaro isso como um sinal, ou se vejo isso como a minha mãe quis me consolar um dia quando perdi uma coisa: “A natureza só estava pedindo-a de volta”.
Então, tá, natureza. Beleza, mas me avisa antes, ok? *
*Update: Acabei de achar ele, então tá tudo bem!)
Meus lábios são muito ressecados. Muito mesmo. Apesar disso, eu sempre odiei protetor labial porque ou eles tem um gosto muito ruim, ou são muito “molhados”, tipo gloss e eu odeio essa sensação. É muita agonia pro meu coraçãozinho.
Por isso, sempre relutei muito para usar, o que acabava deixando o meu lábio mais seco que o deserto do Saara e com mil e uma feridas, porque peles me irritam mais do que tudo e eu não consigo me controlar quando eu sinto que tem uma despontando. Sempre arranco tudo. O que não é bom e nem um pouco atraente. (a não ser que você goste de gore, aí tudo bem).
Por isso, de uns três anos para cá eu comecei a dar mais atenção aos meus lábios, talvez porque tenha sido quando eu descobri que tinha estomatite e que se eu ficasse mexendo na boca toda hora, eu estava mais propensa a ter a parte da infecção nessa área e não é nada bonito. Sério. Não procurem no google.
Então lá fui eu na minha saga em busca do protetor labial perfeito.
Na verdade nem era uma saga propriamente dita, eu só acabava perdendo o recém comprado muito rápido, o que sempre era uma desculpa para comprar um novo ao invés de procurar o antigo. Por causa disso, eu já testei e fiquei refém de muitos protetores. Uns ótimos, e outros que eu nunca mais vou comprar na vida.
Os que eu mais gosto e procuro sempre comprar são os da Nivea. A marca tem uma variedade grande e eu gosto de comprar uns diferentes para testar, ou pelo menos tento. No entanto, sempre que os meus favoritos acabam, eu não me controlo e compro mais (mesmo já tendo cinco abertos e espalhados pela casa).
Os que eu mais uso da Nivea são:
Diferente do Essential Care, ele é um pouco mais sequinho, mas hidrata da mesma forma! E tem um gostinho meio diferente também, nunca consigo descobrir o que é porque é quase imperceptível.
Gosto muito dele, e o melhor de tudo é que ele é bem barato. Custa em torno de R$8~10, dependendo da farmácia.
"Sua fórmula é enriquecida com Bisabolol, Óleo de Gérmen de Trigo e Vitamina E, que suavizam os lábios secos, enquanto sua camada de proteção inivisível previne o ressecamento. Proporciona cuidado intensivo e de longa duração.
Contém FPS 15, protegendo contra raios solares UV."
(peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)
"NIVEA Essential Care proporciona hidratação prolongada e eficaz prevenindo ressecamento, deixando seus lábios macios e suaves. (...) Sua fórmula é enriquecida com Óleo de Jojoba e Manteiga de Karité, que previne seus lábios do ressecamento, resultando em lábios saudáveis e macios." (peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)
O preço é igual ao do Med Protection, então eu acabo escolhendo mais pela textura mesmo.
Mas o meu favorito mesmo, é o da Caudaíle.
Não posso ficar comprando sempre porque ele é um pouco mais caro que os da Nivea, e o Med Protection é bem parecido com ele, então entre pagar R$35 e R$10, eu acabo optando pelo mais barato.
"Um condicionador labial antioxidante e hidratante que proporciona lábios macios e conforto duradouro. Concentrado com ingredientes hidratantes ativos, polifenóis de uva antioxidantes e óleo de damasco reparador, este bálsamo deixa os lábios macios, reparados e protegidos. " (peguei as informaçoes do site da Sephora)
Ganhei de presente do meu pai e ele tem durado há um tempo já. Não sei se porque eu o perco nos bolsos diversas vezes, ou porque ele é bem durável mesmo, mas ó coisinha boa.
Além do uso constante dos protetores labiais, esse mês eu resolvi investir em outra coisa também: um esfoliante labial.
Eu li isso em um blog e resolvi testar porque a menina dizia que os lábios ficavam mais macios e menos ressecados e sem pelinha, e bem, mal não tinha, né?
Acabei optando pelo esfoliante da Lush porque era a única loja que eu sabia que vendiam esse produto e eu sempre quis comprar alguma coisa deles, então fiquei paquerando os produtos.
Eles vendem em três sabores: Popcorn, Mint e Bubblegum. Eu acabei ganhando o Mint de presente de aniversário, o que foi muito bom porque era justamente o que eu queria!
Vem bastante coisa e sempre fico com vontade de comer os meus lábios quando passo o produto. hehe
Além do esfoliante, eu ainda ganhei uma amostra grátis de um hidratante corporal, o Karma Cream, que eu ainda não testei, mas tem um cheirinho muito gostoso. To só esperando os meus outros hidratantes acabarem para experimentar. :3
Então, tá, natureza. Beleza, mas me avisa antes, ok? *
*Update: Acabei de achar ele, então tá tudo bem!)
Meus lábios são muito ressecados. Muito mesmo. Apesar disso, eu sempre odiei protetor labial porque ou eles tem um gosto muito ruim, ou são muito “molhados”, tipo gloss e eu odeio essa sensação. É muita agonia pro meu coraçãozinho.
Por isso, sempre relutei muito para usar, o que acabava deixando o meu lábio mais seco que o deserto do Saara e com mil e uma feridas, porque peles me irritam mais do que tudo e eu não consigo me controlar quando eu sinto que tem uma despontando. Sempre arranco tudo. O que não é bom e nem um pouco atraente. (a não ser que você goste de gore, aí tudo bem).
Por isso, de uns três anos para cá eu comecei a dar mais atenção aos meus lábios, talvez porque tenha sido quando eu descobri que tinha estomatite e que se eu ficasse mexendo na boca toda hora, eu estava mais propensa a ter a parte da infecção nessa área e não é nada bonito. Sério. Não procurem no google.
Então lá fui eu na minha saga em busca do protetor labial perfeito.
Na verdade nem era uma saga propriamente dita, eu só acabava perdendo o recém comprado muito rápido, o que sempre era uma desculpa para comprar um novo ao invés de procurar o antigo. Por causa disso, eu já testei e fiquei refém de muitos protetores. Uns ótimos, e outros que eu nunca mais vou comprar na vida.
Os que eu mais gosto e procuro sempre comprar são os da Nivea. A marca tem uma variedade grande e eu gosto de comprar uns diferentes para testar, ou pelo menos tento. No entanto, sempre que os meus favoritos acabam, eu não me controlo e compro mais (mesmo já tendo cinco abertos e espalhados pela casa).
Os que eu mais uso da Nivea são:
- Med Protection
Diferente do Essential Care, ele é um pouco mais sequinho, mas hidrata da mesma forma! E tem um gostinho meio diferente também, nunca consigo descobrir o que é porque é quase imperceptível.
Gosto muito dele, e o melhor de tudo é que ele é bem barato. Custa em torno de R$8~10, dependendo da farmácia.
"Sua fórmula é enriquecida com Bisabolol, Óleo de Gérmen de Trigo e Vitamina E, que suavizam os lábios secos, enquanto sua camada de proteção inivisível previne o ressecamento. Proporciona cuidado intensivo e de longa duração.
Contém FPS 15, protegendo contra raios solares UV."
(peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)
- Essential Care
"NIVEA Essential Care proporciona hidratação prolongada e eficaz prevenindo ressecamento, deixando seus lábios macios e suaves. (...) Sua fórmula é enriquecida com Óleo de Jojoba e Manteiga de Karité, que previne seus lábios do ressecamento, resultando em lábios saudáveis e macios." (peguei as informaçoes do próprio site da Nivea)
O preço é igual ao do Med Protection, então eu acabo escolhendo mais pela textura mesmo.
- Caudaíle
Não posso ficar comprando sempre porque ele é um pouco mais caro que os da Nivea, e o Med Protection é bem parecido com ele, então entre pagar R$35 e R$10, eu acabo optando pelo mais barato.
"Um condicionador labial antioxidante e hidratante que proporciona lábios macios e conforto duradouro. Concentrado com ingredientes hidratantes ativos, polifenóis de uva antioxidantes e óleo de damasco reparador, este bálsamo deixa os lábios macios, reparados e protegidos. " (peguei as informaçoes do site da Sephora)
Ganhei de presente do meu pai e ele tem durado há um tempo já. Não sei se porque eu o perco nos bolsos diversas vezes, ou porque ele é bem durável mesmo, mas ó coisinha boa.
Além do uso constante dos protetores labiais, esse mês eu resolvi investir em outra coisa também: um esfoliante labial.
Eu li isso em um blog e resolvi testar porque a menina dizia que os lábios ficavam mais macios e menos ressecados e sem pelinha, e bem, mal não tinha, né?
Acabei optando pelo esfoliante da Lush porque era a única loja que eu sabia que vendiam esse produto e eu sempre quis comprar alguma coisa deles, então fiquei paquerando os produtos.
Eles vendem em três sabores: Popcorn, Mint e Bubblegum. Eu acabei ganhando o Mint de presente de aniversário, o que foi muito bom porque era justamente o que eu queria!
Fui dar uma olhada no site e vi que ele custa R$41,50 (ouch), mas acho que vale a pena. Os ingredientes são todos naturais e ele realmente funciona, além de ser super gostoso. Quantas vezes eu já não me peguei passando o esfoliante no lábio só para não comer um doce? rs
Eu uso três vezes por semana, às vezes duas, e não tenho mais pelinha despontando! A não ser que passe o dia sem beber água ou não tenha à mão um protetor labial. Então, acho que o esfoliante cumpre bem o que promete.
"Uma suave esfoliação labial com um sabor de bala de hortelã. (...) a hortelã-pimenta e a baunilha, junto com os cristais de açúcar, prestam um serviço completo aos seus lábios (e paladar), deixando-os suavemente preparados para a aplicação do batom. Ao passar a Mint Julips, você vai sentir um leve formigamento causado pelo óleo da hortelã-pimenta, enquanto os cristais de açúcar renovam a pele descamada."
Lembro que quando comprei, fiquei preocupada porque senti o meu lábio formigar e não tinha lido ninguém falando que o mesmo tinha ocorrido, então achei que sei lá, minha boca ia cair! Mas não, é normal mesmo, por causa desse ~óleo da hortelã-pimenta~. Todas as informações dos ingredientes estão aqui.
Vem bastante coisa e sempre fico com vontade de comer os meus lábios quando passo o produto. hehe
Além do esfoliante, eu ainda ganhei uma amostra grátis de um hidratante corporal, o Karma Cream, que eu ainda não testei, mas tem um cheirinho muito gostoso. To só esperando os meus outros hidratantes acabarem para experimentar. :3
quarta-feira, 15 de abril de 2015
O amor é cego, ou você que é?
Dizem que o amor é cego, mas na verdade nós que somos. É como se nos primeiros meses de relacionamento uma venda opaca fosse posta sobre os nossos olhos e ficássemos cegos e surdos a tudo o que a nossa paixão faça de errado, tudo aquilo que quebre um pouco essa ideia de amor perfeito que tão cuidadosamente criamos e alimentamos.
Eu ia seguindo a dança, o ritmo frenético da doce música que os predadores cantam e tocam para atrair a presa, e teria caído na rede dele, caso não tivesse recebido tantos alertas de todas as pessoas com as quais se preocupavam e me amavam. Não que eu mesma não percebesse as coisas erradas, mas estava tão envolvida, tão presa em todos aqueles sentimentos novos e excitantes que eu nunca havia sentido, tão cega por todo aquele brilho, que ignorei todos os sinais amarelos e vermelhos, todos os avisos, todas as hesitações, todas as vozes de alerta que o meu instinto me berrava “Nem tudo o que reluz é ouro”. Achava que era só o medo do desconhecido, que sussurra no seu ouvido antes de você enfrentar uma experiência nova. E nas palavras do predador “você não pode deixar essa oportunidade passar porque tem medo”.
Eu teria continuado. Acho que não teria forças para nadar contra a correnteza que ele me arrastava. Ficaria tal qual uma mosca estúpida que não percebeu o quão perto voava perto da teia, como uma mariposa que achava que podia voar perto da luz, e não morrer ao se chocar contra o vidro e o calor.
Se eu não tivesse recebido um tapa na cara tão forte, uma arrancada brusca e rápida da venda que me cegava, talvez hoje a minha vida estivesse destruída. Era como se a própria vida dissesse “OLHA O QUE VOCÊ VAI FAZER” e me forçava a olhar. E de repente, me dei conta pela primeira vez do que estava fazendo comigo. O que ele fazia comigo. Como ele fazia com que eu me sentisse, e como eu me curvava, sem perceber. O que vi foi chocante, degradante, me revirou o estômago e eu quis chorar. Como eu tinha me colocado naquela situação? Como tinha permitido ser usada daquela forma? Ser tratada como um mero objeto? Eu, que sempre procurei me dar valor, ser tão desvalorizada e rebaixada?
Talvez, se eu tivesse continuado, eu estivesse perdida de uma forma que já não fosse possível achar o caminho de volta. Quando paro para pensar, percebo que talvez eu tivesse ficado sozinha, refém do predador. Presa em um eterno conflito interno, pois um lado meu sabia que tinha algo errado. No entanto, o outro achava por bem ignorar, ser complacente, perdoar, porque amar é perdoar, não é isso o que dizem?
“É muito comum que as mulheres acreditem que é um sinal de compromisso, uma expressão de amor, suportar o maltrato, a crueldade, perdoar e esquecer. Na verdade, quando nós amamos direito, nós sabemos que a resposta saudável e amável a esse tipo de abuso é nos retiramos desse caminho de dor”. (tradução porca de uma frase da Bell Hooks).
No início, confesso que me retirei mais pelos outros. Como disse antes, eu não teria forças para sair sozinha, precisava da ajuda dos demais, e aqueles que se preocupavam me pegaram pelos braços e me tiraram da água turva. Depois disso foi ficando mais fácil. Restabeleci a visão perdida, pude ver a incoerência das palavras do leão e pude tirar o piche das minhas asas, que tão sofregamente tentavam alçar vôo aos primeiros sinais de abuso, mas que se encontraram sem forças até mesmo para planar. Voei para longe, ignorei as tentações, e por mais que vá contra a minha natureza, não posso me sentir mal pelo tratamento que dispenso a ele. Afinal de contas, é a minha resposta saudável a esse tipo de abuso. É a resposta amável para comigo mesma, porque esse não é o tipo de amor que eu acho que mereço.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Sobre transporte coletivo (II)
Pra quem não sabe, eu moro no Rio de Janeiro. Apesar de ter os seus pontos negativos, uma das coisas que eu mais gosto aqui é que tudo dá pra fazer a pé. Tudo mesmo, se você tiver disposição. Se você não é daquelas que curtem andar, o transporte público é uma boa opção. Ele pode ter os seus defeitos e, na maioria das vezes, tirar a sua paciência, mas a oferta é muito boa. Tem sempre ônibus, para infinitos lugares e eles estão melhorando. Até ando achando os motoristas mais simpáticos. O metrô também é muito bacana, não tenho mais usado com frequência, mas até ano passado ele era uma ótima alternativa.
Então, assim, reclamo quando tem que reclamar, mas não tenho coração de pedra, sei reconhecer os esforços e acho importante tentar encontrar algo de bom em todas as coisas ruins do mundo. *meta de 2015*
Estou escrevendo isso porque ontem à noite eu estava em uma 'festa' de trabalho, e precisava ir à Tijuca, mas estava com uma preguiça horrenda de pegar ônibus e de descobrir qual número eu deveria pegar para chegar à Zona Norte.
Enquanto andava em direção ao ponto mais próximo, olhei a rua e vi vários táxis. Vários mesmo. Achei irônico porque sempre que eu preciso de um, nunca tem; e quando tem, eles nunca param ou querem me levar para o meu destino porque, segundo os taxistas, "é muito engarrafado" ou "ai, é muito longe". O que me deixa bem brava, mas.
Fiquei pensando se estava disposta a gastar uns R$50 em um meio de transporte que iria me deixar exatamente onde eu queria, ou se gastava R$3,40 no outro que me deixaria mais ou menos perto do meu destino e andar por uns cinco-oito minutos. Depois desse dilema eterno que durou dois minutos, optei pelo ônibus mesmo porque né. Primeiro dia do mês, pra que gastar o meu suado salário de estagiária em um táxi? Optei pelo coletivo porque pelo menos eu não ia ser obrigada a falar com o motorista. Ou talvez sim, vai que eu tinha azar e aparecia um cara simpático querendo trocar ideia às 20h30 da noite?
Olhei a placa que indicava quais ônibus paravam naquele ponto específico e vi que tinha três opções. Como não conhecia nenhum deles, iria ter que perguntar ao motorista onde exatamente na Tijuca ele passava e se iria servir. Achei que fosse esperar um tempão, mas os deuses são grandiosos e um deles apareceu rapidinho.
- Oi, moço. Boa noite. Esse ônibus para na Tijuca?
- Depende de onde na Tijuca você quer parar.
- Perto da São Francisco, na rua da igreja.
- Passa, sim.
- Você pode me avisar?*
- Posso, mas você tem que me lembrar. Daqui até lá é um caminho muito longo.
- Tudo bem, obrigada.
* Sobre essa pergunta é importante ressaltar que apesar de sempre fazê-la e, na maioria dos casos, a resposta ser sempre positiva, raramento sou avisada. Posso contar nos dedos quantas vezes eles de fato me avisaram, por isso vocês têm que sempre ficarem atentos e checando o Google Maps no celular, se o telefone for bom. O que no meu caso não é, então nessas horas vocês precisam redobrar a atenção.
Curtindo a minha trilha sonora e pensando na vida, percebi que o motorista era meio louco. Na verdade meio é eufemismo meu. Ele era bem louco mesmo e era um péssimo motorista. Só naquela curta viagem até a Tijuca vi a minha vida passar diante dos meus olhos umas 15 vezes. Ele inclusive BATEU EM UM ÔNIBUS e seguiu dirigindo como se nada tivesse acontecido e só parou para olhar porque uma passageira começou a fazer um escândalo falando que ele tinha ~atropelado alguém~ sendo que???????
Depois disso umas pessoas quiseram descer e o motorista, com muito bom humor, gritou:
- PODEM DESCER, VOCÊS JÁ PAGARAM MESMO.
Quando vi que estava chegando (lembram que eu fico atenta em dobro?), levantei e apertei o botão. Notei que pelo espelhinho o motorista estava tentando fazer contato visual comigo e me avisar que estávamos perto do ponto. Não esperava que ele realmente avisasse. Posso adicionar mais um dedinho à contagem de motoristas que me avisaram de verdade sobre o ponto em que eu deveria descer.
O que foi bem maneiro.
Então, assim, reclamo quando tem que reclamar, mas não tenho coração de pedra, sei reconhecer os esforços e acho importante tentar encontrar algo de bom em todas as coisas ruins do mundo. *meta de 2015*
Estou escrevendo isso porque ontem à noite eu estava em uma 'festa' de trabalho, e precisava ir à Tijuca, mas estava com uma preguiça horrenda de pegar ônibus e de descobrir qual número eu deveria pegar para chegar à Zona Norte.
Enquanto andava em direção ao ponto mais próximo, olhei a rua e vi vários táxis. Vários mesmo. Achei irônico porque sempre que eu preciso de um, nunca tem; e quando tem, eles nunca param ou querem me levar para o meu destino porque, segundo os taxistas, "é muito engarrafado" ou "ai, é muito longe". O que me deixa bem brava, mas.
Fiquei pensando se estava disposta a gastar uns R$50 em um meio de transporte que iria me deixar exatamente onde eu queria, ou se gastava R$3,40 no outro que me deixaria mais ou menos perto do meu destino e andar por uns cinco-oito minutos. Depois desse dilema eterno que durou dois minutos, optei pelo ônibus mesmo porque né. Primeiro dia do mês, pra que gastar o meu suado salário de estagiária em um táxi? Optei pelo coletivo porque pelo menos eu não ia ser obrigada a falar com o motorista. Ou talvez sim, vai que eu tinha azar e aparecia um cara simpático querendo trocar ideia às 20h30 da noite?
Olhei a placa que indicava quais ônibus paravam naquele ponto específico e vi que tinha três opções. Como não conhecia nenhum deles, iria ter que perguntar ao motorista onde exatamente na Tijuca ele passava e se iria servir. Achei que fosse esperar um tempão, mas os deuses são grandiosos e um deles apareceu rapidinho.
- Oi, moço. Boa noite. Esse ônibus para na Tijuca?
- Depende de onde na Tijuca você quer parar.
- Perto da São Francisco, na rua da igreja.
- Passa, sim.
- Você pode me avisar?*
- Posso, mas você tem que me lembrar. Daqui até lá é um caminho muito longo.
- Tudo bem, obrigada.
* Sobre essa pergunta é importante ressaltar que apesar de sempre fazê-la e, na maioria dos casos, a resposta ser sempre positiva, raramento sou avisada. Posso contar nos dedos quantas vezes eles de fato me avisaram, por isso vocês têm que sempre ficarem atentos e checando o Google Maps no celular, se o telefone for bom. O que no meu caso não é, então nessas horas vocês precisam redobrar a atenção.
Curtindo a minha trilha sonora e pensando na vida, percebi que o motorista era meio louco. Na verdade meio é eufemismo meu. Ele era bem louco mesmo e era um péssimo motorista. Só naquela curta viagem até a Tijuca vi a minha vida passar diante dos meus olhos umas 15 vezes. Ele inclusive BATEU EM UM ÔNIBUS e seguiu dirigindo como se nada tivesse acontecido e só parou para olhar porque uma passageira começou a fazer um escândalo falando que ele tinha ~atropelado alguém~ sendo que???????
Depois disso umas pessoas quiseram descer e o motorista, com muito bom humor, gritou:
- PODEM DESCER, VOCÊS JÁ PAGARAM MESMO.
Quando vi que estava chegando (lembram que eu fico atenta em dobro?), levantei e apertei o botão. Notei que pelo espelhinho o motorista estava tentando fazer contato visual comigo e me avisar que estávamos perto do ponto. Não esperava que ele realmente avisasse. Posso adicionar mais um dedinho à contagem de motoristas que me avisaram de verdade sobre o ponto em que eu deveria descer.
O que foi bem maneiro.
domingo, 8 de março de 2015
Água Termal Vichy
Ninguém pediu, mas resolvi fazer porque vai que tem mais gente como eu que não entende nada de nada de produtos de beleza e quer um help ou uma luz na vida?
De uns tempos pra cá a minha pele começou a ficar meio bizarra. Ela sempre foi meio oleosa e eu sempre tive uns cravos eternos no queixo ou então uns poros gigantes no nariz que nunca me deixavam em paz. A limpeza de pele ajudava, mas a situação financeira da linda aqui não anda permitindo esses luxos, e desde que me mudei, os preços de tratamentos estéticos no meu bairro novo são meio exorbitantes pro que eu ganho.
O que me ajuda (ou não), é que eu sou louca de farmácia. Adoro comprar produto pra pele e ficar experimentando tudo, às vezes eu descubro produtos que funcionam, e às vezes eu deixo a minha pele pior do que ela é normalmente. rs
Por conta disso, resolvi deixá-la em paz por um tempinho e comecei a usar só protetor solar e água normal pra limpá-la, mas começaram a surgir várias espinhas e cravos e eu não aguento essas coisas. Fiquei triste e desolada com as minhas novas amigas quando li no Twitter umas meninas comentando de produtos que elas usavam pra limpeza da pele e todas elas comentaram que usavam a ~água termal~ e que era uma maravilha, a pele ficava linda, hidratada, uma delícia etc etc. Levantei minhas orelhinhas e fiquei com isso gravado na minha cabeça.
Em um belo Sábado ensolarado e quente pra cacete passei em uma farmácia pra comprar band-aid e bati o olho nessa tal ~água termal~. A que eu vi e chamou o meu nome era a da marca Vichy e parecia estar em um preço bom* e como eu não tava fazendo nada mesmo, acabei comprando (e esqueci do band-aid). Confesso que me senti meio retardada pagando R$62** em uma água, mas queria ver se esse bagaço funcionava mesmo.
A questão é que eu não sabia como usar o produto. De verdade, eu comprei, levei pra casa, coloquei ele na cama, sentei em frente a ele, e fiquei 10 minutos pensando como é que eu ia usar e pra que servia. Sabia que fazia bem pra pele, mas só. Ma será que eu tinha que espirrar na minha cara e chanz? Ou será que eu tinha que esperar um tempo? Era pra beber? Era pra usar de manhã? A noite?
Muitas dúvidas. Depois de pensar muito, tive a ideia brilhante de ir ao Google e ao site oficial da Vichy que me deu uma luz e me explicou:
Como tônico
A água termal de Vichy é rica em minerais naturalmente antioxidantes, que trabalham para purificar e acalmar a pele. Ela reduz a vermelhidão e fecha os poros naturalmente.
Para preservar a maquiagem
Depois de concluir a maquiagem, borrife a água termal em toda a face. Ela age como um fixador e fará com que a maquiagem dure muito mais tempo. E fique tranquila, seu vapor é bem suave e a make ficará intacta.
Em voos longos ou viagens
Ficar preso dentro de um ambiente fechado, com ar condicionado por muitas horas não é nada bom para a pele. O ar condicionado diminui a umidade do ar e deixa a pele ressecada e sem viço. A água termal é fácil de ser levada na bagagem de mão, é prática de usar e manterá sua pele hidratada.
Promover um frescor durante o dia
Seja no calor do dia a dia ou dentro de um escritório com ar condicionado, este spray é como uma bebida fresca para a sua pele. Como o spray cria uma névoa fina, também é perfeito para refrescar crianças e bebês.
Tratamento de queimaduras e feridas
Seja queimadura solar ou de outras causas, borrifar regularmente água termal ajuda a aliviar a dor. Ela também pode ser borrifada sobre feridas para acalmar a inflamação. A Água Termal de Vichy contém Boro, uma substância com propriedades cicatrizantes cientificamente comprovadas.
Alívio da coceira
Para diferentes causas que costumam fazer a pele coçar como cicatrização da pele, picadas de insetos, alergias de pele, e doenças como catapora etc. A ajuda está a apenas uma borrifada!
Durante e após o exercício físico
Para ajudar a te manter fresca e amenizar o calor.
Depois disso comecei a usar a noite antes de dormir (não durante quatro dias seguidos, mas) e espero secar naturalmente. Mesmo não usando toda noite, notei que os poros do nariz já estão menorzinhos, assim, ainda consigo ver, mas parecem estar indo embora. Também usei na minha dermatite, e as feridas praticamente cicatrizaram bem mais rápido. Eu ainda tenho que me policiar melhor na hora de testar a parte do "alívio da coceira" porque eu acabo coçando a alergia antes mesmo de lembrar da água, mas gostei bastante!
Eau thermale Vichy (Água Termal Vichy)
Preço: R$30~R$62
*Preço bom porque eu achei que os produtos da Vichy fossem caríssimos.
** Pesquisando na internet vi que você pode encontrar por bem menos, tipo R$30. Aff
De uns tempos pra cá a minha pele começou a ficar meio bizarra. Ela sempre foi meio oleosa e eu sempre tive uns cravos eternos no queixo ou então uns poros gigantes no nariz que nunca me deixavam em paz. A limpeza de pele ajudava, mas a situação financeira da linda aqui não anda permitindo esses luxos, e desde que me mudei, os preços de tratamentos estéticos no meu bairro novo são meio exorbitantes pro que eu ganho.
O que me ajuda (ou não), é que eu sou louca de farmácia. Adoro comprar produto pra pele e ficar experimentando tudo, às vezes eu descubro produtos que funcionam, e às vezes eu deixo a minha pele pior do que ela é normalmente. rs
Por conta disso, resolvi deixá-la em paz por um tempinho e comecei a usar só protetor solar e água normal pra limpá-la, mas começaram a surgir várias espinhas e cravos e eu não aguento essas coisas. Fiquei triste e desolada com as minhas novas amigas quando li no Twitter umas meninas comentando de produtos que elas usavam pra limpeza da pele e todas elas comentaram que usavam a ~água termal~ e que era uma maravilha, a pele ficava linda, hidratada, uma delícia etc etc. Levantei minhas orelhinhas e fiquei com isso gravado na minha cabeça.
Em um belo Sábado ensolarado e quente pra cacete passei em uma farmácia pra comprar band-aid e bati o olho nessa tal ~água termal~. A que eu vi e chamou o meu nome era a da marca Vichy e parecia estar em um preço bom* e como eu não tava fazendo nada mesmo, acabei comprando (e esqueci do band-aid). Confesso que me senti meio retardada pagando R$62** em uma água, mas queria ver se esse bagaço funcionava mesmo.
A questão é que eu não sabia como usar o produto. De verdade, eu comprei, levei pra casa, coloquei ele na cama, sentei em frente a ele, e fiquei 10 minutos pensando como é que eu ia usar e pra que servia. Sabia que fazia bem pra pele, mas só. Ma será que eu tinha que espirrar na minha cara e chanz? Ou será que eu tinha que esperar um tempo? Era pra beber? Era pra usar de manhã? A noite?
Muitas dúvidas. Depois de pensar muito, tive a ideia brilhante de ir ao Google e ao site oficial da Vichy que me deu uma luz e me explicou:
A água Termal de Vichy é um produto que pode ser usado em todos os tipos de pele, sem restrições. (...) quem usa consegue notar melhoras na pele após 4 dias. (...) o uso da Água Termal de Vichy vai muito além de reforçar as defesas da pele. Você pode usá-la de diferentes formas, e hoje vamos dar dicas para aproveitar sua água termal ao máximo! (Obbbbaaaaa)
Como tônico
A água termal de Vichy é rica em minerais naturalmente antioxidantes, que trabalham para purificar e acalmar a pele. Ela reduz a vermelhidão e fecha os poros naturalmente.
Para preservar a maquiagem
Depois de concluir a maquiagem, borrife a água termal em toda a face. Ela age como um fixador e fará com que a maquiagem dure muito mais tempo. E fique tranquila, seu vapor é bem suave e a make ficará intacta.
Em voos longos ou viagens
Ficar preso dentro de um ambiente fechado, com ar condicionado por muitas horas não é nada bom para a pele. O ar condicionado diminui a umidade do ar e deixa a pele ressecada e sem viço. A água termal é fácil de ser levada na bagagem de mão, é prática de usar e manterá sua pele hidratada.
Promover um frescor durante o dia
Seja no calor do dia a dia ou dentro de um escritório com ar condicionado, este spray é como uma bebida fresca para a sua pele. Como o spray cria uma névoa fina, também é perfeito para refrescar crianças e bebês.
Tratamento de queimaduras e feridas
Seja queimadura solar ou de outras causas, borrifar regularmente água termal ajuda a aliviar a dor. Ela também pode ser borrifada sobre feridas para acalmar a inflamação. A Água Termal de Vichy contém Boro, uma substância com propriedades cicatrizantes cientificamente comprovadas.
Alívio da coceira
Para diferentes causas que costumam fazer a pele coçar como cicatrização da pele, picadas de insetos, alergias de pele, e doenças como catapora etc. A ajuda está a apenas uma borrifada!
Durante e após o exercício físico
Para ajudar a te manter fresca e amenizar o calor.
Depois disso comecei a usar a noite antes de dormir (não durante quatro dias seguidos, mas) e espero secar naturalmente. Mesmo não usando toda noite, notei que os poros do nariz já estão menorzinhos, assim, ainda consigo ver, mas parecem estar indo embora. Também usei na minha dermatite, e as feridas praticamente cicatrizaram bem mais rápido. Eu ainda tenho que me policiar melhor na hora de testar a parte do "alívio da coceira" porque eu acabo coçando a alergia antes mesmo de lembrar da água, mas gostei bastante!
Eau thermale Vichy (Água Termal Vichy)
Preço: R$30~R$62
*Preço bom porque eu achei que os produtos da Vichy fossem caríssimos.
** Pesquisando na internet vi que você pode encontrar por bem menos, tipo R$30. Aff
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Viagem para Cancún (2/3)
5) Hotel
O hotel que a gente ficou na verdade era um Resort da franquia Omni Hotels (http://www.omnihotels.com), como quem reservou foi a minha mãe, não sei informar o preço das coisas nem nada de específico, mas achei o preço cru, que é esse aqui:
Como a gente usou uma agência e o pacote que a moça fechou nos permitia comer e beber de graça, realmente o preço pra mim é um mistério, mas não acho que tenha sido barato.
Além das inúmeras piscinas e das recreações, o Resort era em frente à praia, então você podia escolher em que ambiente ficar. Fui algumas vezes à praia e ela era bem diferente das praias cariocas. Não dá pra entender como tem gente que prefere o tumulto, à uma praia limpinha onde ninguém fala alto e tá todo mundo de boa.
O Hotel também contava com uma academia e um SPA, caso você quisesse. Como o SPA não estava incluso no pacote, a gente nem quis experimentar, mas posso dizer que a academia foi a atividade em comum da família. Todo fim de tarde a gente ia lá correr, malhar, beber clorofila (não façam essa cara, não tem gosto de nada, mas ao mesmo tempo lembra hortelã bem fraquinha).
Resumindo, o hotel foi 10/10.
6. Comida
Claro que ia ter um tópico só para esse assunto maravilhoso.
No nosso hotel tinha cinco tipos de restaurante diferentes. Um mexicano, um japonês, um italiano, um tailandês e dois que tinham de tudo, tipo comida a quilo. Todos eles maravilhosos.
Acho que nunca mais vou comer comida mexicana aqui no Brasil sem ficar triste porque vou perceber que ela não tem nada a ver com a real culinária de lá. Fiquei preocupada com tudo ser apimentado (apesar de eu amar pimenta), mas raramente a comida vinha com pimenta e quando isso acontecia, o garçom sempre avisava e perguntava se você queria que ele viesse à parte.
Falam que a comida brasileira é temperada, mas a mexicana é muito mais e tudo é realmente gostoso, até os sucos eram muito mais gostosos. Até o McDonalds! E eu só tinha ido lá pra comer uma casquinha.
Comida também 10000000/10,
Arrasou.
Ah, a única coisa que eu achei meio esquisito foi que eles comiam feijão com tudo. Inclusive no café da manhã! Eu achei que fosse só coisa do buffet do hotel pra encher os olhos dos turistas com comidas exóticas, mas uma amiga minha falou que feijão é só um prato típico mexicano e normalmente eles comem no café da manhã mesmo.
Claro que o feijão que eu estou falando não é o que a gente normalmente come, ele é um pouco mais seco e pastoso e não fica tão ruim assim, mas não tive coragem de experimentar o feijão que serviam no café da manhã. Feijão continua me passando a imagem de almoço.
7. Gente de Cancún
O pessoal de lá é bastante animado, tipo, de verdade. Achei que fosse coisa do Hotel porque é o trabalho deles, mas vi que não, eles realmente são divertidos e procuram ser simpáticos com você.
Uns amores.
Ah, no shopping La Isla, que é um dos muitos shoppings de lá, tinha vários quiosques com pessoas querendo vender mil coisas. A maioria era passeios, ou então produtos de beleza, e eles começam a encher o saco depois de um certo tempo. Eles até tinham uma tática pra fazer com que você olhasse: eles ficam conversando entre si e depois gritavam ALÔ ALÔ, BRASILEIRO
E você, obviamente, olhava e então eles vinham todos sorridentes querendo oferecer mil coisas. Vamos admitir que depois de um tempo você meio que ficava de saco cheio e só queria ir embora ou então chutar um deles.
A minha dica pra quem quer ir fazer compras e não ser incomodado é NÃO ANDE EM BANDO. QUATRO PESSOAS JÁ FORMA UM BANDO. Se puder vá só você, ou então com mais alguém, e só. Também evite ficar olhando para os lados que nem um paspalho.
8. Shopping La Isla
Foi o único shopping que nós fomos, e pelo que percebi era o mais cheio também. Apesar de ser um shopping aberto, às vezes você ficava agoniado com tanta gente, além dos queridos vendedores de quiosques querendo vender mil coisas.
O shopping tinha muitas lojas importadas, assim como Duty Free e lojas típicas do México. Se você quisesse e estivesse disposto a pagar, você ainda podia ver o show dos golfinhos porque era lá que o Aquário Marinho ficava.
O hotel que a gente ficou na verdade era um Resort da franquia Omni Hotels (http://www.omnihotels.com), como quem reservou foi a minha mãe, não sei informar o preço das coisas nem nada de específico, mas achei o preço cru, que é esse aqui:
Como a gente usou uma agência e o pacote que a moça fechou nos permitia comer e beber de graça, realmente o preço pra mim é um mistério, mas não acho que tenha sido barato.
Além das inúmeras piscinas e das recreações, o Resort era em frente à praia, então você podia escolher em que ambiente ficar. Fui algumas vezes à praia e ela era bem diferente das praias cariocas. Não dá pra entender como tem gente que prefere o tumulto, à uma praia limpinha onde ninguém fala alto e tá todo mundo de boa.
O Hotel também contava com uma academia e um SPA, caso você quisesse. Como o SPA não estava incluso no pacote, a gente nem quis experimentar, mas posso dizer que a academia foi a atividade em comum da família. Todo fim de tarde a gente ia lá correr, malhar, beber clorofila (não façam essa cara, não tem gosto de nada, mas ao mesmo tempo lembra hortelã bem fraquinha).
Resumindo, o hotel foi 10/10.
6. Comida
Claro que ia ter um tópico só para esse assunto maravilhoso.
No nosso hotel tinha cinco tipos de restaurante diferentes. Um mexicano, um japonês, um italiano, um tailandês e dois que tinham de tudo, tipo comida a quilo. Todos eles maravilhosos.
Acho que nunca mais vou comer comida mexicana aqui no Brasil sem ficar triste porque vou perceber que ela não tem nada a ver com a real culinária de lá. Fiquei preocupada com tudo ser apimentado (apesar de eu amar pimenta), mas raramente a comida vinha com pimenta e quando isso acontecia, o garçom sempre avisava e perguntava se você queria que ele viesse à parte.
Falam que a comida brasileira é temperada, mas a mexicana é muito mais e tudo é realmente gostoso, até os sucos eram muito mais gostosos. Até o McDonalds! E eu só tinha ido lá pra comer uma casquinha.
Comida também 10000000/10,
Arrasou.
Ah, a única coisa que eu achei meio esquisito foi que eles comiam feijão com tudo. Inclusive no café da manhã! Eu achei que fosse só coisa do buffet do hotel pra encher os olhos dos turistas com comidas exóticas, mas uma amiga minha falou que feijão é só um prato típico mexicano e normalmente eles comem no café da manhã mesmo.
Claro que o feijão que eu estou falando não é o que a gente normalmente come, ele é um pouco mais seco e pastoso e não fica tão ruim assim, mas não tive coragem de experimentar o feijão que serviam no café da manhã. Feijão continua me passando a imagem de almoço.
7. Gente de Cancún
O pessoal de lá é bastante animado, tipo, de verdade. Achei que fosse coisa do Hotel porque é o trabalho deles, mas vi que não, eles realmente são divertidos e procuram ser simpáticos com você.
Uns amores.
Ah, no shopping La Isla, que é um dos muitos shoppings de lá, tinha vários quiosques com pessoas querendo vender mil coisas. A maioria era passeios, ou então produtos de beleza, e eles começam a encher o saco depois de um certo tempo. Eles até tinham uma tática pra fazer com que você olhasse: eles ficam conversando entre si e depois gritavam ALÔ ALÔ, BRASILEIRO
E você, obviamente, olhava e então eles vinham todos sorridentes querendo oferecer mil coisas. Vamos admitir que depois de um tempo você meio que ficava de saco cheio e só queria ir embora ou então chutar um deles.
A minha dica pra quem quer ir fazer compras e não ser incomodado é NÃO ANDE EM BANDO. QUATRO PESSOAS JÁ FORMA UM BANDO. Se puder vá só você, ou então com mais alguém, e só. Também evite ficar olhando para os lados que nem um paspalho.
8. Shopping La Isla
Foi o único shopping que nós fomos, e pelo que percebi era o mais cheio também. Apesar de ser um shopping aberto, às vezes você ficava agoniado com tanta gente, além dos queridos vendedores de quiosques querendo vender mil coisas.
O shopping tinha muitas lojas importadas, assim como Duty Free e lojas típicas do México. Se você quisesse e estivesse disposto a pagar, você ainda podia ver o show dos golfinhos porque era lá que o Aquário Marinho ficava.
Assinar:
Postagens (Atom)













