segunda-feira, 17 de agosto de 2015

BEDA# 10 - Manicure, unhas e esmaltes

Eu nunca fui muito fã de salões de beleza. E não digo isso pensando em me tornar única e especial, até porque existem pessoas que gostam. Não as entendo, mas sei que elas estão em algum lugar por aí e minha mãe sempre disse para não julgar.

Fonte: Petpawlorgrooming


Tô tentando.

Sempre odiei o tempo gasto nesses lugares e detesto não poder fazer nada durante a espera interminável para o serviço ser concluído. Você nem ao menos tem algo de bom para ler porque são sempre as mesmas revistas sem graça e amassadas. Normalmente está passando novela, Domingão do Faustão, ou algo assim e as pessoas costumam não ter nada de interessante para dizer.

Antigamente eu dormia enquanto esperava, o que não era bom. Já tentei ler, mas na época eu pintava o cabelo e perdi a conta de quantas páginas de livros foram levianamente manchadas de tinta. Além disso, não consigo me concentrar em salões, muito barulho, muita gente. No.

Outra coisa que a minha mãe sempre diz é que tudo na vida é uma questão de costume. Foi isso o que aconteceu comigo depois de uns anos. Eu continuo detestando ir ao salão, mas já sei lidar melhor com o tempo e com as pessoas e com todo o resto, até mesmo com as revistas.

Porém, tem certas coisas com as quais não me acostumo de jeito nenhum. Por exemplo: fazer as unhas.
Eu juro que por um tempo tentei pintá-las eu mesma. Não é tão difícil, não é mesmo? Mas quem é que consegue deixar a mão esquerda e a direita iguais???? 

Fonte: The Photographers Wife



E quando dá aquelas bolhas de ar vocês tiram tudo para refazer ou let it be and move on????


Não é o meu dedo.



E aquele DIY super incrível que você viu na internet e quer copiar??

Fonte: Pinterest


Lembram-se dos deuses da menstruação? Pois existem, também, os deuses das unhas e eles são ainda mais sacanas porque eles brincam com a sua paciência. Vamos combinar que para pintar as unhas tem que ter uma paz interior de ouro, da qual Buda teria inveja.

Como não sou a pessoa mais calma do mundo e meu coração não permite esses estresses desnecessários, eu optei por não pintar as unhas. É isso aí, elas estão sempre com a cor natural e para não ficarem muito feias, estão sempre curtas. O que é até bom, pois quando a minha alergia ataca eu não corro o risco de me arranhar toda.
No entanto, uma vez ao ano, ou quem sabe duas, baixa um santo das unhas bem feitas em mim e eu decido ir ao salão dar um jeito nelas.

Fonte: Pinterest


E pra que, meu Deus.

Marco hora com amor e carinho e me aparece a manicure super simpática batendo mô papo em uma bela manhã de sábado e eu dando corda. A moça comenta que comprou um esfoliante ma-ra-vi-lho-so para os pés e que ela está louca para experimentar, mas só pode fazer isso na Terça. “Oh, pobrezinha” pensei. É realmente muito ruim quando você compra uma coisa e tem que esperar para usá-la. Imagina ter que ver todo mundo usando antes de você.

-       Você quer que eu passe em você?

Nossa, pensei. Quanta gentileza.

-       - Poxa, quero, sim.

E lá foi a mulher passando creme no meu pé. Fechei os olhos, respirei fundo, controlei a risada para não rir das cócegas e a mulher continuou falando de como a massagem dela era boa e de que não adiantava comprar o produto se você não tem técnica para usar etc etc etc. Abstrai tudo isso e me perguntei se faltava muito para acabar porque eu estava com medo de ficar muito tarde.

Depois de esfoliar o meu pé (o principal culpado pela minha ida ao salão, em primeiro lugar), ela fez as mãos, passou esmalte e nos despedimos. Eis que ao ir ao caixa pagar a conta, levo um tiro dentro do salão porque a mulher me cobrou nada mais, nada menos que OITENTA E TRÊS REAIS. MANICURE E PEDICURE. E ela ainda me cobrou a esfoliação que eu achei que tivesse sido uma gentileza em honra da nossa linda amizade.

Isso mostra que não podemos confiar em ninguém nos salões, a gente nunca sabe o que mais eles irão cobrar.
Paguei aquela conta com uma dor no coração e no bolso e abri a porta de cabeça erguida. Ninguém precisava saber que aquilo doeu ou me machucou. Talvez eu tivesse ficado com apenas 40 centavos no banco de novo? Talvez. Mas pelo menos mantive a minha dignidade.

E tudo teria ficado bem e valido a pena caso uma coisa horrível não tivesse acontecido.





QUER DIZER QUE EU PAGO OITENTA E TRÊS REAIS PARA ISSO ACONTECER????????????
É ESSE O PAÍS QUE VAI SEDIAR AS OLÍMPIADAS????







APENAS CHATEADA.



Fonte: Facebook Sarah Andersen




domingo, 16 de agosto de 2015

BEDA#9 - Amigo Oculto

Está chegando aquela época do ano maravilhosa.

Não, não é o natal. Nem o ano novo. Nem o aniversário de alguma pessoa especial.
Tudo bem, talvez o que eu for falar seja consequência dessas datas porque é quando as pessoas se empolgam pra organizar tal coisa, que é: Amigo Oculto.

Eu até gosto de amigo oculto. Quem não gosta de ganhar presente, né? E de dar presente pra quem você gosta? Não vou ser hipócrita e dizer que é a melhor parte, mas é bem legal ver que a pessoa gostou do que você deu, ou então ver que  você acertou no presente. Nesses casos, amigo oculto é de boas.

Já sabendo que final de ano tem ligação direta com amigo oculto, eu já começo a me preparar desde o início do ano. Fico de olho nos amigos.  Não de uma forma stalker e psicopata (porque me controlo), mas, por exemplo, se saio na rua com uma amiga e ela diz “NOSSA, MAS EU SEMPRE QUIS ESSA MEIA”, tem 50% de chances dela receber a meia de presente em algum momento da nossa amizade. 

Dependendo do preço, óbvio.

No entanto, nem sempre isso é possível. Têm situações que não dá, e amigo oculto é uma delas. Claro que você pode dar a sorte de tirar um amigo seu, mas a vida tem dessas coisas de complicar tudo. Sempre tem aquele risco de você tirar o nome de alguém que não conhece ou não gosta e você tem que ficar pensando em alguma coisa legal pra dar. Na verdade, existem cinco tipos de amigo:


1) Amigo “Tanto faz, o que você me der tá bom!”

Fonte: Facebook Sarah Andersen

Imagem autoexplicativa.

2) Amigo  “Gosto de roupas, sapatos e bolsas” 


O problema desse amigo é que essas coisas são muito pessoais. Se você não conhecer a pessoa direito, corre o risco de comprar alguma coisa que não tenha nada a ver com ela e ela vai ser obrigada a dizer algo legal só por educação.

"Poxa, não precisava.






Mesmo."

Fonte: Google



3)  Amigo que você não conhece

Não preciso explicar porque esse amigo oculto é ruim. Veja bem, você não conhece a pessoa. Pode acontecer a mesma situação do amigo 2.

4) Amigo que você não gosta

Nessas ocasiões você, ou tenta trocar o nome com algum amigo seu, ou tenta achar alguma coisa neutra pra essa pessoa, tipo meias. Meias funcionam.

Fonte: Google


5) Seu amigo!

Seria ótimo tirar o seu amigo! Porém, a probabilidade de você tirar o seu melhor amigo é mínima. Não sou boa em matemática, mas sei que tem uma fórmula para provar isso.

Sabendo que a maioria das situações são ruins, eu já facilito a vida das pessoas dando listas de presentes. Assim, eu ganho exatamente o que eu quero, e a pessoa não precisa ficar frustrada pensando o que diabos ela pode me dar. Todo mundo sai ganhando.

Especialmente eu.



sábado, 15 de agosto de 2015

BEDA#8 - LEAVE THE WORD "NO" ALONE


Acho que vou começar a pedir a vocês que me lêem (pois eu sei que vocês estão aí, não adianta fingir de morto!) para me darem sugestões
sobre o que escrever.
A parte mais chata é procurar um assunto, eu sempre fico horas pensando e acabo nem escrevendo nada porque acho que não vai ser interessante o bastante ou legal. Então vocês podem me ajudar nesse caso, né?
Por favor.

Hoje vou contar a história sobre a minha primeira palavra. Aquela que pai e mãe insistem que você falou “papa” ou “mama” e variações.
Eu sempre fui meio do contra e até uns 16-17 anos eu era muito grumpy com a vida. Acho que ainda sou, mas melhorei um pouco segundo dizem.
Naquela época eu estava na fase da manipulação inconsciente das crianças. Vocês sabem, quando choramos só para os pais darem bala, ou brinquedo, ou um jogo e depois ficamos quietos e se queremos alguma outra coisa é só chorar de novo.

Minha mãe nunca deu muita bola pra choro. Quando eu abria o berreiro ela me deixava sozinha e fingia que nem era com ela. Acho que foi aí que aprendi que a palavra ~não~ tinha muito mais poder que chorar ou dizer "papai" uo "mamãe". E depois que a pronunciei em voz alta, ela virou a minha favorita. Todos ficavam frustrados porque eu só abria a boca para falar isso, mas o que posso fazer, era a minha nova palavra.

Fonte: Google
Ela continuou sendo, mas eu achava muito engraçado porque não conseguia dizê-la com assertividade o suficiente, o que é muito estranho se você for parar para pensar.
O "não", apesar de ser o oposto do "sim", não tem a mesma força, muito embora ele seja mais forte porque tem uma carga negativa. Mas ninguém nunca entende o sentido do "não".

Vou dar um exemplo prático. Quem nunca passou por uma situação na qual um amigo te chama para sair e você não está a fim e quer recusar, mas só de pensar em todo o trabalho que dar para dizer não, desiste e diz sim? Ou então você até diz não, mas a pessoa insiste e você acaba cedendo?

- E aí, Paula, vamos sair?
- Poxa... Acho que não.
- Ué, e por que não????? Vamos sim!11

Mas já parou para pensar que ninguém faz isso quando você diz sim???

- Paula, vamos sair?
- Sim.
- Ué, mas por que sim???? Não vamos!

POR QUE VOCÊS NÃO ACEITAM O "NÃO"???? O "NÃO" É UMA SENTENÇA COMPLETA. COM SENTIDO COMPLETO E NÃO PRECISA DE EXPLICAÇÃO, ASSIM COMO O SIM.

É A MESMA COISA.

POR FAVOR.
NÃO INSISTAM. SÓ ACEITEM. ACEITEM COMO JESUS ACEITOU TODO MUNDO SEM QUESTIONAMENTOS.


#LEAVETHEWORDNOALONE

Mas nãaaaao. Tem que perguntar, tem que insistir. É a mesma situação quando homem diz "Ela disse não, mas queria dizer sim".

NOP.

NÃO É NÃO. Não tem outra maneira de deixar de ser, a não ser que você diga sim.

Sério, não sejam esse tipo de pessoa. Aceitem a palavra "não" em seus corações e todos serão mais felizes. Vão por mim.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

BEDA#7 - Academias

Talvez eu esteja um pouco alcoolizada enquanto escrevo essa postagem? Sim. Então me perdoem com os possíveis erros. Provavelmente vai parecer que eu perdi mais um dia de BEDA, mas eu juro que tentei postar antes de meia noite.


Essa semana eu comecei a frequentar uma academia. Sempre gostei de me exercitar, apesar de ser bastante preguiçosa e isso ser um tanto paradoxal.
Ultimamente eu tenho estado satisfeita com o meu corpo, mas flacidez sempre foi algo que me incomodou. Então esse ano ao invés de só ficar reclamando com o quão flácida eu estava, resolvi tomar uma medida contra isso. Demorou um pouco (um pouco mais que a metade de um ano), mas na segunda-feira fiz o que devia ter feio há muito tempo e me matriculei em uma academia.
Aproveitei que ela é do lado do meu trabalho, assim posso me exercitar rápido e de quebra ainda espero o trânsito para a Barra diminuir.

Apesar disso, eu nunca fui muito fã de academias. Eu sempre achei um ambiente meio esquisito, meio hostil até. Não pensei que eu pertencia aquele lugar e eu sabia que as pessoas que frequentavam aquele local iriam sacar logo de cara que eu não era uma deles.

Então no meu primeiro dia (uma segunda-feira, olhem só!) eu marquei avaliação com um professor que parecia bem simpático, mas bastante confuso com a minha presença naquele lugar.

- Você é o Fulano?
-... Sou.
- Meu nome é Paula. Disseram que você iria me ajudar a começar. É o meu primeiro dia.

E foi assim que começou.
No início eu fiquei muito incomodada porque tinha muita gente e eu ficava meio sem graça em fazer os exercícios, mas depois ignorei já que todo mundo estava ocupadíssimo em terminar a série prescrita pelos profissionais auxiliares.

Toda hora o meu instrutor me perguntava se eu estava cansada e eu sempre dizia que não, que estava bem. Muito obrigada por se preocupar. E ele sempre erguia as sobrancelhas e me dava um sorriso amarelo que eu ignorava também porque minha batata da perna tinha começado a tremer freneticamente e eu não queria que ele notasse.

No segundo dia da semana estava toda dolorida. Parecia que tinham arrancado um pedaço da minha perna e eu adiei os meus planos de ir à academia todos os dias. Talvez três vezes por semana seja o suficiente por enquanto. Afinal de contas, sou só uma reles mortal.

No terceiro eu já estava um pouco melhor e achei que não precisaria mais do meu instrutor. O papel dele era só montar a minha série e isso ele já tinha feito. Porém, quando fui me aquecer na esteira, ele apareceu do nada e fez uma expressão de surpresa ao me ver ali. Acho que ele não acreditava no meu potencial.

- Você veio!
- Sim!
- Vou te ajudar se precisar, tudo bem?

E foi assim que ele ficou me seguindo pela academia durante todo o meu tempo lá dentro. Tudo bem que eu não lembrava a maioria das coisas que tinha que fazer ou quais máquinas usar, mas eu fico muito nervosa com gente atrás de mim que nem um encosto.

Notei que a academia estava mais vazia e como não sou boba nem nada perguntei a ele quais eram os dias mais vazios para malhar e ele disse que a partir de quarta-feira as pessoas começam a desistir de passar por lá. Algo me diz que eu já achei os meus dias ideais para me exercitar.




quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BEDA#6 - Bullet Journal

Finalmente vou poder parar de falar sobre ppks porque eu não aguentava mais. Acho que sinceramente nem vocês. Daqui a pouco ia todo mundo achar que esse tal de BEDA era sobre ppks e haja assunto para falar um mês inteiro só sobre isso.
Se bem que não deve ser tão difícil, né. Se existe uma carreira especializada praticamente só no cuidado de vaginas, então talvez tenha bastante coisa para se dizer.

Anyway, vamos falar de outra coisa.

Desde que me reconheço por gente eu faço listas. De tudo. Lista de coisas para fazer, cursos, receitas, séries, músicas para ouvir, filmes para ver, livros para ler etc etc etc. Quem me conhece sabe disso muito bem. Eu sempre tenho milhões de papéis com as mais variadas listas e por mais que eu tentasse, eu não conseguia me organizar ou achar a lista original e acabava fazendo mais outras.

Por isso quando li sobre Bullet Journal no blog da Paula Abrahao achei que todos os meus problemas tivessem finalmente acabado. E de certa forma eles acabaram mesmo. O intuito do Bullet Journal é concentrar todas as suas listas em um só lugar. Quer coisa melhor que essa?
A ideia original foi pensada pelo Ryder Carroll que fez um vídeo explicando como funciona. E aqui tem a parte do site dele onde ele explica por meio de texto e desenhos como fazer cada etapa.



Particularmente eu gosto muito mais do site do que do vídeo porque eu sou muito dispersa, mas vai que vocês preferem ouvir.

- Mas Paula, eu não falo inglês.

Bem, então vamos lá. Para começar você só precisa de um caderno (não precisa ser esse do vídeo, pode ser qualquer um) e caneta. Se você gostar de coisas mais caprichadas, é legal ter várias canetas de cores diferentes para poder fazer os sinais e as tarefas de cores divertidas.

Fonte: Google

  1. Na primeira página você faz o índice. Nele você vai colocar o que cada página do seu Bullet Journal significa. Mas como ainda não tem nada, só escreve índice e passe para a próxima página.
  2. Aqui você vai colocar o calendário mensal. É só escrever o número de dias do mês e os dias da semana correspondente. 
  3. E aqui vai ser o seu calendário de tarefas para esse mês. Aqui que começa a parte divertida, a de colocar checkboxes ao lado dos afazeres. (Espera só até chegar ao fim do mês e você ver quantas tarefas cumpriu!)
  4. Essas são as três páginas básicas para começar o seu Bullet Journal. Depois de organizar essa parte, lembre-se de voltar ao Índice e escrever o nome do mês do calendário mensal e em que página ele se encontra. Conforme você for adicionando listas e afazeres no caderno, esse índice vai te ajudar a se encontrar e a se organizar melhor.
  5. Depois de fazer isso, vá para a página em branco mais próxima e dê início a sua agenda diária. Como o nome já diz, essa página vai ser como a sua agenda. É só anotar a data do dia e o que você tem que fazer durante ele. Lembra dos checkboxes! 

Fonte: Google

- Mas como eu vou saber o que é tarefa, o que é evento, compromisso etc?

Nada temam! Você pode se organizar dando legendas a cada tarefa. O original usa quadradinhos para tarefas, círculos para eventos, estrelinha para chamar atenção a algo importante e bolinhas para anotações. Caso algum afazer não seja mais importante, é só riscar. Mas esse sistema de legenda fica a seu critério.
Fonte: Google

Eu uso faz um tempo já e posso dizer que foi a melhor coisa que eu já fiz. Não só diminuiu consideravelmente o número de papéis, como é muito mais prático levar um caderno onde eu encontro tudo o que quero, ao invés de andar com 500 cadernos para várias coisas diferentes.



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

BEDA#2 - Ligações em época de trote

Precisei ligar para o meu pai para tirar uma dúvida sobre um assunto que não lembro o que era. Usei o telefone da empresa (desculpa, mundo) porque era o que estava mais perto e esse eu não pago.

- Pai?
-...

De repente, fiquei nervosa porque talvez ele não acreditasse que era a filha dele ligando. É assim que os trotes começam. Talvez ele achasse que era um ladrão tentando passar a perna dele. Hoje em dia o mundo é assim.

- Alô, pai?
- Pois não?
- Sou eu, pai. A Paula... Sua filha.
- Ah! Ufa! Oi, filha...

Fiquei aliviada também, mas pensativa sobre o assunto. Que mundo é esse onde você tem que se identificar para falar com o seu pai porque ele pode achar que é trote? Já pensou se ele faz um quizz para ver se eu sou realmente a filha dele?

- QUAL O ANO DO SEU NASCIMENTO?
- EM 1998, QUAL FOI A BURRADA QUE VOCÊ FEZ?
- NA OITAVA SÉRIE, QUAL ERA O NOME QUE VOCÊ DAVA AOS TRÊS PODERES?
- SUA MAIOR NOTA EM MATEMÁTICA
- COMO EU TE CHAMAVA QUANDO VOCÊ TINHA 5 ANOS?

Já pensou?????
Deus que me livre.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BEDA#1 - Blog Every Day August

Esse mês entrei em um grupo de blogueiras, o Rotaroots. Eu já tinha ouvido falar dele e ele é muito citado em blogs que sigo. Na verdade, eu já era membro do grupo há uns meses, mas só tomei coragem de participar de alguma coisa agora, então me perdoem se algo sair ruim. Para dar início a isso resolvi aderir ao BEDA.

- Mas, Paula... O que é BEDA?

BEDA é um projeto inspirado no VEDA (Vlog Every Day April) e que significa Blog Every Day August. O que quer dizer que a ideia é fazer um post por dia –ou, convenhamos, tentar ao máximo!– durante todo o mês de agosto.

Então é isso, vou tentar postar todo dia como eu costumava fazer quando criei o meu primeiro blog. *lágrimas de nostalgia*

Não sei se vocês vão me levar a sério se eu nem consigo postar uma vez por semana, mas juro que vou tentar. As Always.